{"id":3006,"date":"2016-07-02T12:38:54","date_gmt":"2016-07-02T12:38:54","guid":{"rendered":"https:\/\/anateste.000.pe\/?p=3006"},"modified":"2024-09-16T12:57:08","modified_gmt":"2024-09-16T12:57:08","slug":"curso-de-extensao-historia-da-cartografia-modulo-2-inscricoes-ate-30-08","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.historia.uff.br\/ciadasindias\/curso-de-extensao-historia-da-cartografia-modulo-2-inscricoes-ate-30-08\/","title":{"rendered":"Curso de Extens\u00e3o Hist\u00f3ria da Cartografia (m\u00f3dulo 2) \u2013 inscri\u00e7\u00f5es at\u00e9 30\/08"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Os mapas atrav\u00e9s da cartografia<\/h4>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\">UFF &#8211; Campus do Gragoat\u00e1 &#8211; Bloco O &#8211; sala 516 &#8211; Niter\u00f3i &#8211; RJ<\/h5>\n\n\n\n<p>Ocurso aborda os aspectos te\u00f3ricos e metodol\u00f3gicos da hist\u00f3ria da cartografia, bem como os principais debates em curso. A hist\u00f3ria da cartografia, ainda que seja um campo relativamente novo, apresenta-se como uma ci\u00eancia naturalmente interdisciplinar. Objetiva-se discutir como utilizar mapas como fontes hist\u00f3ricas e, para tanto, se analisa o processo de constitui\u00e7\u00e3o desse campo de trabalho e de estudo. Cartografar um territ\u00f3rio n\u00e3o \u00e9 uma opera\u00e7\u00e3o neutra, cuja objetividade estaria assegurada pelo uso das t\u00e9cnicas mais aperfei\u00e7oadas. Etimologicamente, cartografia deriva do grego&nbsp;<em>graphein<\/em>, significando escrita ou descrita e do latim&nbsp;<em>charta<\/em>, com o significado de papel. Mostra, portanto, uma estreita liga\u00e7\u00e3o com a apresenta\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica da informa\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s da sua descri\u00e7\u00e3o em papel. O termo foi criado em 1839 pelo portugu\u00eas visconde de Santar\u00e9m, em carta escrita em Paris e dirigida a Adolfo Varnhagen.<\/p>\n\n\n\n<p>1<sup>o<\/sup>&nbsp;encontro (02\/09)<\/p>\n\n\n\n<p>Cartografia nos velhos mapas: da Antiguidade ao Renascimento \u2013 do mundo fechado ao universo infinito<\/p>\n\n\n\n<p>Bibliografia:<\/p>\n\n\n\n<p>BLACK, J. Evolu\u00e7\u00e3o at\u00e9 1800. In:&nbsp;<em>Mapas e Hist\u00f3ria<\/em>:&nbsp;<em>construindo imagens do passado.<\/em>&nbsp;Bauru: EDUSC, 2005. p. 13-58; CAVALCANTI, Nireu Oliveira.&nbsp;<em>Arquitetos e engenheiros<\/em>. Rio de Janeiro: CREA, 2007, p.19-45; FURTADO, J\u00fania F. Hist\u00f3ria da Engenharia. In: STARLING, Helo\u00edsa Maria Murguel e GERMANO, L\u00edgia Beatriz de Paula. (orgs.).&nbsp;<em>Engenharia: hist\u00f3ria em constru\u00e7\u00e3o<\/em>. Belo Horizonte: EdUFMG, 2012, p.21-69; LESTRINGANT, Frank. O modelo cosmogr\u00e1fico. In:&nbsp;<em>A oficina do cosm\u00f3grafo<\/em>:&nbsp;<em>a imagem do mundo no Renascimento.<\/em>&nbsp;Rio de Janeiro: Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira, 2009, p.35-74; RIBEIRO, Maria Eurydice. O sentido da Hist\u00f3ria: tempo e espa\u00e7o na cartografia medieval (s\u00e9culos XII-XIII).&nbsp;<em>Tempo<\/em>, v.7, n.14, p.11-26, jun. 2003; SANTOS, D. O fim do feudalismo e o nascimento do espa\u00e7o m\u00e9trico. In:&nbsp;<em>A reinven\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o<\/em>. S\u00e3o Paulo: Unesp, 2002. p. 33-50; ZUNTHOR, Paul.&nbsp;<em>La medida del mundo<\/em>. Madrid: Catedra, 1994, p.211-247.<\/p>\n\n\n\n<p>2<sup>o<\/sup>&nbsp;encontro (05\/09)<\/p>\n\n\n\n<p>Cartografia flamenga, francesa e portuguesa dos s\u00e9culos XVI-XVII- XVIII<\/p>\n\n\n\n<p>Bibliografia:<\/p>\n\n\n\n<p>ALMEIDA, Andr\u00e9 Ferrand de. Os jesu\u00edtas italianos em Portugal e a pol\u00edtica cient\u00edfica de D. Jo\u00e3o V. In:&nbsp;<em>A forma\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o brasileiro e o projecto do Novo Atlas da Am\u00e9rica Portuguesa.&nbsp;<\/em>Lisboa: Comiss\u00e3o Nacional para a Comemora\u00e7\u00e3o dos Descobrimentos Portugueses, 1991. p.85-100; ALMEIDA, Lu\u00eds Ferrand de. Dom Jo\u00e3o V e a Biblioteca Real. In:&nbsp;<em>P\u00e1ginas dispersas<\/em>: estudos de Hist\u00f3ria moderna de Portugal. Coimbra: Instituto de Hist\u00f3ria Econ\u00f4mica e Social\/ Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, 1995. p.209-228; BUENO, Beatriz Piccolotto Siqueira.&nbsp;<em>Desenhando o Brasil<\/em>: o saber cartogr\u00e1fico dos cosm\u00f3grafos e engenheiros militares da col\u00f4nia e do imp\u00e9rio. In: COSTA, Ant\u00f4nio Gilberto. (org.)&nbsp;<em>Roteiro pr\u00e1tico da cartografia<\/em>: da Am\u00e9rica portuguesa ao Brasil imp\u00e9rio. Belo Horizonte: EdUFMG, 2007. p.29-50; BUENO, Beatriz Piccolotto Siqueira. O Engenheiro Artista: As Aquarelas e as Tintas nos Mapas do Novo Mundo. In: FURTADO, J\u00fania Ferreira. (org.).&nbsp;<em>Sons, formas, cores e movimentos na Modernidade Atl\u00e2ntica<\/em>:&nbsp;<em>Europa, Am\u00e9ricas e \u00c1frica.<\/em>&nbsp;S\u00e3o Paulo: Annablume, 2008. p.375-383; DUARTE, Paulo Ara\u00fajo. Geraldo Mercator: um novo Ptolomeu? In:&nbsp;<em>Fundamentos de cartografia<\/em>. Florian\u00f3polis: Ed. UFSC, 2008. p.36-40; FURTADO, J\u00fania F. Bosque de Minerva: artefatos cient\u00edficos no colecionismo joanino. In: GESTEIRA, Heloisa Meireles; CAROLINO, Lu\u00eds Miguel e MARINHO, Pedro (orgs.).&nbsp;<em>Formas do imp\u00e9rio: ci\u00eancia, tecnologia e pol\u00edtica em Portugal e no Brasil. S\u00e9culos XVI ao XIX<\/em>. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2014. p.229-273; FURTADO, J\u00fania F. Espelho do mundo. In:&nbsp;<em>Or\u00e1culos da geografia iluminista<\/em>:&nbsp;<em>Dom Lu\u00eds da Cunha e Jean Baptiste Bourguignon D\u2019Anville na constru\u00e7\u00e3o da cartografia do Brasil.<\/em>&nbsp;Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2012, p.147-210; FURTADO, J\u00fania F. Paris 1720-1740. In:&nbsp;<em>Or\u00e1culos da Geografia iluminista<\/em>:&nbsp;<em>Dom Lu\u00eds da Cunha e Jean Baptiste Bourguignon D\u2019Anville na constru\u00e7\u00e3o da cartografia do Brasil.<\/em>&nbsp;Belo Horizonte: Ed.UFMG, 2012. p.301-351; FURTADO, J\u00fania F. Society of Jesus. Verbete (mimeo); GUEDES, Max Justo. A cartografia holandesa do Brasil. In: HERKENHOFF, Paulo. (org.)&nbsp;<em>O Brasil e os holandeses (1630-1654).&nbsp;<\/em>Rio de Janeiro, GMT Editores, 1999, p.64-85; PEDLEY, Mary Sponberg. O com\u00e9rcio de mapas na Fran\u00e7a e na Gr\u00e3 Bretanha durante o s\u00e9culo XVIII.&nbsp;<em>Varia Historia<\/em>, Belo Horizonte, vol.23, n.37, p.14-30, jan.\/jun.2007.<\/p>\n\n\n\n<p>3<sup>o<\/sup>&nbsp;encontro (06\/09)<\/p>\n\n\n\n<p>Atendimentos particulares ou em grupo<\/p>\n\n\n\n<p>Dias 02, 05 e 06 de setembro de 2016<\/p>\n\n\n\n<p>Das 14 \u00e0s 18 horas nos dias 02 e 05\/09; no dia 06\/09, atendimentos entre 10 e 15h<\/p>\n\n\n\n<p>Local: Universidade Federal Fluminense \u2013 Campus do Gragoat\u00e1 \u2013 Bloco O \u2013 sala 516<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Inscri\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para alunos de gradua\u00e7\u00e3o: R$5,00<\/p>\n\n\n\n<p>Para os demais: R$20,00<\/p>\n\n\n\n<p>Preenchimento de ficha no site www.historia.uff.br\/ciadasindias\/ (com e-mail, telefone, endere\u00e7o e dados acad\u00eamicos) e dep\u00f3sito pelo sistema paypal, de 11\/07\/16 a 24\/08\/2016.<\/p>\n\n\n\n<p>Para validar a sua inscri\u00e7\u00e3o de R$5,00 o aluno de qualquer universidade deve enviar para o e-mail&nbsp;<a href=\"mailto:ciadasindias@historia.uff.br\">ciadasindias@historia.uff.br<\/a>&nbsp;a c\u00f3pia digitalizada de um comprovante de que cursa a gradua\u00e7\u00e3o (caso j\u00e1 n\u00e3o tenha enviado na inscri\u00e7\u00e3o para o m\u00f3dulo 1).<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s o fim do m\u00f3dulo, ser\u00e3o emitidos certificados digitais e enviados aos e-mails dos alunos que o tiverem frequentado.Inscri\u00e7\u00f5es encerradas<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os mapas atrav\u00e9s da cartografia UFF &#8211; Campus do Gragoat\u00e1 &#8211; Bloco O &#8211; sala 516 &#8211; Niter\u00f3i &#8211; RJ Ocurso aborda os aspectos te\u00f3ricos e metodol\u00f3gicos da hist\u00f3ria da cartografia, bem como os principais debates em curso. 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