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DETALHES DA TURMA

ESTÁGIO DOCENTE DE HISTÓRIA ANTIGA E MEDIEVAL

Nome da Disciplina: ESTÁGIO DOCENTE DE HISTÓRIA ANTIGA E MEDIEVAL
Carga Horária: 60
Créditos: 4
Obrigatória: Não
EMENTA
Ementa: O estágio de docência integra a formação dos doutorandos em História e tem por objetivo a preparação para o magistério, por meio da participação discente em atividades de ensino e na qualificação do ensino de graduação, em seus aspectos teóricos e práticos. A disciplina organiza-se na forma de seminário coordenado, no qual os pós-graduandos deverão elaborar apresentações e ministrar aulas simuladas voltadas ao ensino de graduação e ao ensino básico. As exposições deverão tratar de temas relacionados às respectivas áreas de investigação dos pesquisadores, ressaltando, contudo, o caráter panorâmico da atividade. O curso contará, ainda, com a participação de professores e pesquisadores convidados, que contribuirão para a reflexão e o debate sobre a atuação profissional docente na área de História.
BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Recomendada: ABREU, Martha; SOIHET, Rachel (Orgs.). Ensino De História: Conceitos, Temáticas e Metodologia. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2009. BOURDIEU, Pierre. “O campo científico”. In: ORTIZ, Renato (Org.) Pierre Bourdieu (coleção Grandes cientistas sociais). São Paulo: Ed. Ática, 1983, p. 122-155. CENTENO, Miguel; WOLFSON, Leandro. Redefiniendo la tecnocracia. Desarrollo Económico, vol. 37, no. 146, 1997, p. 215 240. CHESNEAUX, Jean. Devemos fazer tábula rasa do passado? Sobre a História e os historiadores. São Paulo: Ática, 1995. CUNHA, Maria Isabel da. O professor universitário na transição de paradigmas. Araraquara: Junqueira & Marin Editores, 1998. D'ANCONA, Matthew. Pós-verdade: a nova guerra contra os fatos em tempos de fake news. Barueri: Faro Editorial, 2018. DAVIS, Natalie Zemon. Decentering history: local stories and cultural crossings in a global world. History & Theory, vol. 50, no. 2, 2011, p.188-202. GINZBURG, Carlo. O fio e os rastros. Verdadeiro, falso, fictício. Tradução de Rosa Freire d’Aguiar e Eduardo Brandão. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. LANDER, Edgardo (Org). La colonialidad del saber: eurocentrismo y ciencias sociales: Perspectivas latinoamericanas. Buenos Aires: CLACSO, 2000. MAUAD, Ana Maria, SANTHIAGO, Ricardo; BORGES, Viviane Trindade (Orgs.). Que história pública queremos? São Paulo: Letra e Voz, 2018. __________; ALMEIDA, Ana Maria; SANTHIAGO, Ricardo (Orgs). História Pública no Brasil: sentidos e itinerários. São Paulo: Letra e Voz, 2016. PIMENTA, Selma Garrido; ALMEIDA, Maria Isabel de. Pedagogia Universitária: Caminhos Para a Formação de Professores. São Paulo: Cortez, 2011. RÜSEN, Jörn. A razão histórica. Brasília: Ed. UnB, 2001. SCHMIDT, Benito Bisso. O historiador entre o ‘ofício’ e a ‘profissão’: desafios contemporâneos. Revista História Hoje, vol. 2, no. 3, 2012, p. 285-301. TARDIF, Maurice. Saberes profissionais dos professores e conhecimentos universitários: elementos para uma epistemologia da prática profissional dos professores e suas consequências em relação à formação para o magistério. Revista Brasileira de Educação, no 13, 2000, p. 5-24. VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Formação de professores para a Educação Superior e a diversidade da docência. Revista Diálogo Educacional, Curitiba, vol. 14, no 42, 2014, p. 327-342.


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